A atração da subjetividade

No início da década de noventa ofereceram-me uma entrada para um filme francês ou belga de cariz experimental. Tratava-se de uma obra extra-longa com oito a nove horas. Seguíamos as peripécias do realizador quase em tempo real à medida que ia planeando uma visita ao México. Acompanhávamo-lo também quando descansava e se sentava numa esplanada […]