Falsos Deuses de Arno Gruen (III)

 

No fim ele disse a Eng: “quando cheguei aqui quis, mais que outra coisa qualquer, esquecer o que tinha passado. Agora reconheço que dói uma parte da minha vida e não o quero esquecer… temos de reconhecer a morte para podemos viver.”

Por conseguirem enfrentar a sua responsabilidade, esses homens recuperavam a sua capacidade de amar. Aqui, o pensamento de Antonio Porchia, citado por Eng, ganha o seu significado mais pleno: “Amor que não é todo sofrimento não é todo amor.”

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