O desaparecimento do género epistolar

esqueletosA facilidade com que nos comunicamos: existem os mails, a troca de sms ou as conversas on-line em tempo real. Com isto a correspondência física, a dos envelopes e selos, reduziu-se à expressão mais insignificante.

O que acontece com texto propriamente dito?

Surge rasurado em mails circunstanciados ou em frases isoladas. O género epistolar está, pois, francamente ameaçado…

Será que, apesar de todos os avanços tecnológicos, estamos cada vez mais isolados – com menor disponibilidade para os outros?

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