Histórias de vida, psicologia e literatura

Recordo hoje um artigo que escrevia há anos, partindo de uns versos de um poeta quinhentista português, bem pouco conhecido, Vasco Mousinho de Quevedo. Eis o início do soneto que serviu de mote ao trabalho: Quando às vezes a mi, por mi pergunto, Quem fui responde que me não conhece Com não ser, de quem […]