O que sente ao ler este post?

O que é característico da modernidade não é uma adopção do novo só por ser novo, mas a presunção da reflexividade generalizada que inclui, evidentemente, a reflexão sobre a natureza da própria reflexão. Anthony Giddens (1996). As Consequências da Modernidade. Oeiras: Celta Editora. * Também poderá estar interessado em ler: A construção das subjectividades O […]

Sobre os simulacros: amplificações da verdade?

Muitas coisas são obscenas porque têm demasiado sentido, porque ocupam demasiado espaço. Atingem assim uma representação exorbitante da verdade, isto é, o apogeu do simulacro. Jean Braudrillard (1990). As Estratégias Fatais. Lisboa: Editorial Estampa. * Também poderá estar interessado em ler: O fenómeno do carjaking

O cientista mergulhado no quotidiano

Mesmo numa prática inteiramente comprometida com uma teoria se manifestam retornos realistas. Essas condutas realistas reinstalam-se porque o teórico racionalista tem necessidade de ser compreendido por experimentadores, porque ele quer falar mais depressa regressando consequentemente às origens animistas da linguagem, porque ele não teme o perigo de pensar simplificando, porque na sua vida comum ele […]

O papel do senso comum

 … nem todas as correntes teóricas propõem ou acham possível (ou desejável) a ruptura com o senso comum (assim a fenomenologia, a etnometodologia ou o interaccionismo simbólico), ainda que as correntes dominantes o façam … Boaventura Sousa Santos (1989). Introdução a uma ciência pós-moderna. Porto: Edições Afrontamento. * Também poderá estar interessado em ler: O […]

Play therapy…

«Many play therapists are appropriately cautions and even reluctant about making direct verbal connections between a child´s life and the symbolism they notice embedded in the child´s play. When the therapist makes the child aware of the meaning behind his play, this deprives the youngster of the distance and symbolic outlet he or she needs […]