A higiene da atenção

Logo do Porto 24 ilustra trabalhos de Rui Tinoco

Numa época em que os défices da atenção estão na ordem do dia e que se listam sintomas e quadros nosográficos, parece-nos pertinente refletir sobre alguns factores sociais que poderão entrar em jogo nesta área. Estamos aqui de acordo com Stiegler quando defende que a atenção é também um constructo social que deve ser objecto de intervenção. Trata-se de regulamentar a paisagem audiovisual – um conceito do filósofo francês – de modo a permitir, entre outros aspetos, um crescimento saudável.

Não discutiremos aqui essa ampla ambição. Listaremos apenas algumas práticas tecnológicas que poderão ter consequências negativas em termos de desenvolvimento das capacidades de concentração dos mais novos. Comecemos pelo zapping, a mudança de canal repetitiva, gesto automático que prende os olhos à coisa nenhuma do caos das imagens. Passemos depois às práticas que se fazem do jantar e ver televisão, ver televisão na cama, entre outras situações.

Leia mais na aqui.

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